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    São Paulo - 26/01/2023    09:17hs

Náutico faz campanha de "doação de óculos" para árbitro após pênalti não marcado

Timbu inova em crítica a árbitro nas redes sociais durante jogo contra o Retrô, pelo Pernambucano: "Eles (óculos doados) podem ser úteis para alguém ver melhor o mundo!"

Diego Fernando Silva de Lima durante Clássico dos Clássicos no estadual  - Foto: Rafael Vieira/FPF
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O Náutico inovou em suas redes sociais para criticar o árbitro Diego Fernando Silva de Lima por conta de um lance no empate da ultima quarta-feira (25) à noite, no Arruda, contra o Retrô, por 1 a 1. Após o árbitro não assinalar pênalti em uma disputa envolvendo o atacante Julio com o zagueiro adversário Renan Dutra, quando o jogo estava 0 a 0, o Timbu postou uma "campanha de doação de óculos" (veja o lance no vídeo abaixo).

Náutico posta "anúncio" de óculos para criticar juiz por pênalti não marcado - Foto: Reprodução

"Sem custos para quem doa, inestimável para quem recebe. Sabe aqueles óculos guardados no fundo da gaveta que você não usa mais? Eles podem ser úteis para alguém ver melhor o mundo!", diz o "anúncio" do clube pernambucano.

O anuncio com o texto acima foi postado nas redes sociais do clube logo após o lance do pênalti como mostra o vídeo abaixo.

 

A provocação continuou no segundo tempo, quando o árbitro marcou corretamente pênalti em uma falta mais clara e sem grandes espaços para interpretação:

"Esse ele viu. Finalmente", postou o clube.

 

Ainda deu tempo para mais uma cornetada com emojis após um lance de falta dura em Souza. O Náutico queria a expulsão do jogador do Retrô.

Nota do Apitonacional

Diego Fernandes tem 36 anos (16/03/1986), é educador físico, mora em Surubim, Município distante cerca de 120 km da Capital Recife e pertence ao quadro C e D da CBF. Só essas informações estão disponíveis do profissional, pois sua federação de forma amadora sequer tem uma ficha atualizada dele e dos demais árbitros.

As críticas do clube e da opinião pública estão sendo direcionadas ao árbitro, mas elas deveriam recair também sobre a comissão de arbitragem da Federação Pernambucana de Futebol que, há anos, não revela um árbitro sequer para a elite do futebol brasileiro e apostam em quem já demonstrou por vezes não ter capacidade para apitar futebol em alto nível.

Comandada a décadas e sem resultados pelo falecido Murilo Falcão, a arbitragem pernambucana continua na mesma toada gastando altas somas com taxas, treinamentos e outros para enxugar gelo no setor. No passado importaram árbitros de fora e até aconselharam com presidente de outra comissão e ambas tentativas foram fracasso, tanto é que as reclamações não param.

Enquanto os dirigentes continuarem arcaicos, sem visão e não encararem de verdade o problema no setor com uma reformulação profunda de pessoas, gestão e métodos na CEAF, essas reclamações serão recorrente deixando caminho aberto para os clubes pedirem arbitragem de fora nos clássicos e finais do estadual.

As informações são do GE/Recife

 

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