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  Atualizado dia 09/01/2017    22:56hs

Quadro de Árbitros FIFA 2017


Anderson Daronco

Estado Nascimento CBF FIFA
Rio Grande do Sul 05/01/1981 2008 2015

Histórico: O gaúcho de Santa Maria é casado com Luciane e tem dois filhos, Arthur de 8 anos, e Heitor de 4. Formou-se árbitro aos 18 anos (1999), atuou dois anos como assistente, estreou na série A do Brasileirão em 2011 no jogo entre Coritiba e América-MG e foi promovido aspirante FIFA em 2014. Conquistou o

escudo internacional após 88 partidas pela CBF, sendo 32 delas na Série A, 9 na Copa do Brasil, 33 na Série B, 9 na C e 5 na D.

O professor de educação física e ex-jogador de handebol também está chamando a atenção pelo seu porte atlético. Com 1,88m e 88kg, ele se destaca fisicamente em relação aos outros profissionais de arbitragem. Esta ficando conhecido como  'Robocop do apito'.

Nesta temporada atuou na semifinal entre Atlético Mineiro 4 x 1 Flamengo, Neste ano foi testado nos dois clássicos gaúchos consecutivos (Ca-Ju) e alguns dias depois, o seu primeiro Gre-nal (402 da história dos dois clubes). Estas atuações abriram caminho para a FIFA.

Média: Sua média no ultimo brasileiro foi de 33,6 faltas, 4,9 cartões amarelos e 0,1 vermelhos por partida.

No final de 2014 esteve no Paraguai participando de curso teórico e prático com outros profissionais FIFA.


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Dewson Fernando Freitas da Silva

Estado Nascimento CBF FIFA
Pará 27/02/1981 2010 2015

Histórico: O paraense Dewson Freitas nasceu em Belém do Pará, formou-se árbitro em 2003, foi promovido a aspirante Fifa em 2013 e chega ao quadro internacional com 87 partidas pela CBF, sendo 35 na Série A, 8 na Copa do Brasil, 31 pela Série B, 6 pela C e 2 na D.

O ano de 2014 foi de confirmação para Dewson, obra do destino ou não, estar no local certo na hora certa por duas vezes o levou à FIFA. Na primeira foi escolhido para a partida que chancelou sua promoção, o tradicional clássico carioca Fla x Flu, com um atuação muito elogiada. Dewson não era o árbitro escalado para esta partida, ele substituiu Anderson Daronco para cobrir erro da CBF que escalou o gaúcho em duas partidas seguidas do Flamengo. Na segunda contou com a sorte quando os paulistas Paulo César Oliveira e Wilson Luiz Seneme encerraram a carreira abrindo duas vagas extras no quadro da FIFA e uma ficou com ele.

Aposta da CBF no norte do país, o educador físico patinou no inicio da carreira onde alternou boas com más atuações. Já o ano de 2014 foi o mais produtivo até aqui de sua carreira, pois atuou em 19 partidas na Série A, e conduziu a partida semifinal da Copa do Brasil, entre Santos e Cruzeiro.

A espetacular evolução técnica do paraense - uma pessoa extremamente educada e cortes - especialmente em 2014, fez com que sua indicação ao quadro internacional fosse de forma justa e merecida, coisa difícil de acontecer tendo em vista que a escolha do escudo é política. É discreto em campo, tem personalidade nas decisões e preparo físico exemplar. Não amarra o jogo marcando faltas em qualquer contato, o que é bom para quem apita, quem joga e quem assiste.

quem assiste aos jogos. 2014 foi , que será Fifa a partir da temporada que vem. No resumo da arbitragem, vale também um registro para o desempenho dos gaúchos. Anderson Daronco e Leandro Vuaden, sem dúvida, estiveram entre os cinco melhores.

Média: Sua média é uma das menores do quadro. No ultimo brasileiro foi de 25,1 faltas, 5,3 cartões amarelos e 0,1 vermelhos por partida.

No final do ano passado viveu sua primeira experiência de intercâmbio com os outros profissionais que usam o selo da entidade mais importante do futebol mundial quando esteve no Paraguai participando de curso teórico e prático com outros profissionais FIFA.

Numa rápida busca na internet, o Apitonacional apurou que será a terceira vez que um árbitro do estado poderá, oficialmente, trabalhar em partidas internacionais. O primeiro foi Gilberto de Almeida Rego, na Copa do Mundo no Uruguai, em 1930, seguido por Alberto da Gama Malcher, que apitou a Copa de 1950, no Brasil.


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Luiz Flávio de Oliveira

Estado Nascimento CBF FIFA
São Paulo 13/06/1977 2001 2015

Histórico: Professor de educação física, formou-se árbitro em 1999, Ingressou na CBF em 2001 e treze anos depois chegou a FIFA, ocupando a vaga de seu irmão Paulo César de Oliveira que virou comentarista da Rede Globo em meados de 2014. Chega no quadro internacional com 143 partidas nacionais, sendo 67 delas na

Série A do Brasileiro.

Fora da arbitragem é comerciante, proprietário de uma lanchonete de Açaí em Cruzeiro/SP, cidade onde nasceu e reside com a esposa Magna Nunes de Oliveira e o filho Luiz Flávio de Oliveira Junior.

Apitou a final do paulista em 2011 entre Santos e Corinthians. Como Aspirante-FIFA foi sorteado para atuar na final da Copa do Brasil 2014, no clássico Cruzeiro x Atlético Mineiro.  Um ano antes, em 2013, atuou na primeira partida final do campeonato mineiro.

Média: Sua média no ultimo brasileiro foi de 29,7 faltas, 4,4 cartões amarelos e 0,3 vermelhos por partida.

No final de 2014 esteve no Paraguai participando de curso teórico e prático com outros profissionais FIFA.

Pessoa educada e de fino trato, enfrentou problemas na parte física sendo substituído em pelo menos três partidas na carreira. Felizmente corrigiu o problema com a intervenção do conceituado Dr. Turíbio Leite de Barros, mestre e doutor em fisiologia do exercício.



Raphael Claus

Estado Nascimento CBF FIFA
São Paulo 06/06/1979 2006 2015

Histórico: Paulista de Santa Bárbara d'Oeste, é formado em Educação Física pela Unimep (Piracicaba). Curiosamente nunca tinha apitado uma partida de futebol antes de se formar árbitro em 2002, pois foi jogador de futebol dos nove aos vinte anos. Com suas atuações foi galgando espaço até ser considerado o melhor árbitro

paulista de 2011, quando ganhou premio de R$ 100 mil reais. Árbitro de grandes jogos, mas demorou a chegar na FIFA.  

Estreou em 2010 na série A1 do paulista e em 2014 apitou a final entre Santos x Ituano, com a equipe de Itu sagrando se campeã. Estreou em 2012 na série A do Brasileiro.

Se o ano iniciou bem, as oportunidades o levaram primeiramente a aspirante e depois à FIFA, após 68 partidas nacionais, sendo 35 delas na Série A, 8 na Copa do Brasil, 17 pela B, 2 na C e 6 na D.

Para fechar o ano, em dezembro, participou de um curso para os novos árbitros internacionais na Conmebol. Seu ídolo e mentor no apito é o ex-árbitro Fifa e atual membro da Comissão de Arbitragem da Conmebol, Wilson Luiz Seneme.

Média: Sua média no ultimo brasileiro foi de 30,4 faltas, 6,1 cartões amarelos e 0,2 vermelhos por partida.


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Ricardo Marques Ribeiro

Estado Nascimento CBF FIFA
Minas Gerais 18/06/1979 2004 2009
Histórico: Mineiro de Belo Horizonte, funcionário publico, advogado, jornalista, formou-se árbitro aos 18 anos (1998), estreou na CBF em 2004 e substituiu Alicio Pena Júnior na FIFA em 2009.

Em 2009, numa das maiores renovações promovidas na arbitragem brasileira, o mineiro, com 30 anos a época ingressou na FIFA. É uma aposta da Conaf e esperança da CONMEBOL para as Copas de 2018 e 2022.

Em inicio de carreira alterava muitos maus momentos com alguns bons, felizmente amadureceu e conquistou o respeito na temporada de 2014, a melhor até agora de sua carreira, pois fez 25 partidas na principal competição (Série A), foi eleito pelos instrutores da CBF como o Melhor de 2014, o que o credenciou para atuar na primeira partida final da Copa Sul-Americana. Também conquistou com folga o prêmio de melhor do país em enquete realizada pelo Apitonacional.

Arbitrou a final da Copa do Brasil em seu primeiro ano (Internacional x Corinthians) vencida pelos paulistas. Em seu currículo, já fez 184 partidas pela CBF, sendo 104 delas na primeira divisão nacional.

Média: Sua média no ultimo brasileiro foi de 32,3 faltas, 3,1 cartões amarelos e 0,3 vermelho por partida.



Rodolpho Toski Marques

Estado Nascimento FPF CBF FIFA
Paraná 05/04/1987 2006 2012 2017
Histórico: Mora em Campina Grande do Sul/PR, tem 28 anos, trabalha na secretaria de Assuntos Jurídicos da prefeitura de Quatro Barras e atualmente cursa o quarto ano de direito na Faculdade Estácio que tem um polo em Curitiba – é formado em administração e processos gerenciais.

Filho do fotógrafo de campo Ademar, o conhecido “gaúcho”,

Rodolpho começou apitar ainda na adolescência. “Aos 13 anos de idade tentei jogar futebol, mas meu pai me falou que eu não teria chances de ser um grande jogador e que a única opção seria a arbitragem. Logo, me presenteou com um apito e um livro de regras e uma semana depois me mandou apitar um jogo no Santa Mônica, depois disso, mesmo muito novo todos viram que eu tinha um certo potencial”.

Por incentivo do pai, ele começou a apitar jogos infantis e campeonatos amadores. Aos 16, ingressou no Curso de Arbitragem da Federação Paranaense de Futebol e aos 17, já formado, atuava em campeonatos pela federação, em partidas do Sub-15 e juvenis. Sua estreia profissional veio aos 18 anos, quando apitou o jogo entre Nacional de Rolândia e Pato Branco.

Aos 19, Rodolpho já ingressava na arbitragem de jogos da 1ª Divisão do Campeonato Paranaense. Em 2011 foi convidado para um teste de ingresso na CBF, que se consolidou um ano depois. De lá para cá, sua carreira decolou. Passou da 3ª Divisão do Campeonato Brasileiro para estrear, em 2014, na arbitragem da Copa do Brasil e na 1ª Divisão do Brasileiro. Neste mesmo ano foi eleito o melhor árbitro do Campeonato Paranaense.

Em 2015 estreou na série A do Campeonato Brasileiro na partida entre Palmeiras e Internacional. Apitou as quartas de final pela Copa do Brasil entre Atlético Mineiro e Figueirense, e realizou sua primeira participação no Maracanã na disputa entre Flamengo e Brasil de Pelotas. Também em 2015 foi eleito o melhor juiz do Campeonato Brasileiro da 2ª Divisão.  

Fã de Heber Lopes e Paulo César Oliveira, o quatrobarrense diz ser contrario ao estilo de arbitragem brasileira de marcar muitas faltas. De forma arrogante, se intitula o melhor do Estado para substituir nomes com Heber Lopes e Evandro Roman no quadro da FIFA.

Foi promovido aspirante FIFA em 2016 tendo apitado apenas cinco jogos da Série A do Campeonato Brasileiro. Em 2016 apitou no total cinco jogos da Copa do Brasil, nove da série A, quatro da série B, duas da série C, duas da série D e uma do Sub-17.

Em média apita 30.2 faltas e distribui 5.8 cartões amarelos por partida.


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Sandro Meira Ricci

Estado Nascimento CBF FIFA
Santa Catarina

19/11/1974

2006 2011

Histórico: É disparado o maior político da arbitragem brasileira. Nasceu em Poços de Caldas-MG e formou-se árbitro em 2003 no Distrito Federal. Ingressou na CBF, em 2006 e em 2007 já atuava na Série A do brasileiro, tendo uma ascensão meteórica na arbitragem.

Foi promovido a aspirante FIFA em 2009 e promovido à FIFA em 2011, com 45 partidas na Série A do Brasileiro.  Atualmente tem no currículo 152 partidas nacionais, 102 delas foram pela Série A.

Foi injustamente e de forma totalmente política eleito o melhor árbitro do campeonato brasileiro de 2010. É um árbitro que gosta dos tribunais, moveu e ganhou ação do astro Neymar sendo  indenizado em 15 mil reais por ofensas no Twitter.

No inicio de 2012, após se envolver em uma polemica na arbitragem brasiliense onde foi acusado de manipular os árbitros levando os a realizar uma greve contra a comissão de arbitragem da Federação Brasiliense de Futebol, perdeu espaço sendo praticamente expulso da arbitragem do DF e para continuar apitando recorreu a ajuda de amigos que o levaram para o estado de Pernambuco. Lá ficou duas temporadas para, em 2015, assinar um contrato 'milionário' com a Federação Catarinense de Futebol. Porém, continua morando em Brasília onde trabalho no Governo Federal. É casado e tem duas filhas.

Média: Sua média no ultimo brasileiro foi de 35,2 faltas, 3,5 cartões amarelos e 0,3 vermelho por partida.

Tem um pai de santo e um padrinho muito forte, pois foi o árbitro do Brasil na Copa de 2014 e para isso além dos bastidores, contou com as reprovações em testes físicos do Paulista Wilson Luiz Seneme, do paranaense Heber Roberto Lopes e do gaúcho Leandro Pedro Vuaden.

Era a quinta opção para Copa do Mundo de 2014. A sua frente verdadeiros árbitros como Wilson Luiz Seneme, Heber Roberto Lopes, Leandro Pedro Vuaden e Paulo César de Oliveira, todavia Seneme, Heber e Vuaden reprovaram em avaliações e foram cortados pela FIFA. O paulista Paulo César e o carioca Marcelo de Lima Henrique, infinitamente superiores nos pilares técnico e social estariam na frente, mas o homem dos quatro estados citados acima mexeu literalmente seus pauzinhos sendo o escolhido. O pior e por incrível que pareça e pelo jogo nojento dos bastidores, é um dos candidatos para a Copa de 2018.

Atuou na Copa, realizando as partidas França x Honduras (primeiro gol com ajuda tecnológica), Alemanha x Gana e Alemanha x Argélia. Com a Copa no currículo atuou na final da Copa Libertadores, entre San Lorenzo (Argentina) 1 x 0 Nacional (Paraguai). Após a final da Copa e da Libertadores, atuou em alguns jogos do Brasileiro e solicitou dispensa até o final da temporada 2014. Alguns dizem que foi para não desgastar a imagem - por erros que fatalmente cometeria nos jogos - perante a FIFA e outros que pediu dispensa tentando fritar Sérgio Corrêa deixando a CA-CBF com poucas opções para os jogos da reta final do brasileiro.

Lances Bizarros:

> Aplicou dois cartões amarelos no jogador Kássio do Formosa não o expulsando de campo em partida disputa em 2011 pelo campeonato brasiliense entre Brasiliense e Formosa, na Boca do Jacaré, pelo quadrangular do Campeonato Candango daquele ano.

> Marcou falta do jogador (Douglas) em outro (Lucio) do seu próprio time, na partida entre Atlético-MG e São Paulo disputada em Belo Horizonte pela 3ª rodada do campeonato brasileiro de 2013.

Bola fora:

> Conspirou para a criação de uma nova Associação para árbitros FIFA que substituiria a ANAF em um curso promovido pela CBF na Granja Comary. Foi contra a profissionalização da arbitragem por ser funcionário publico, categoria proibida de exercer uma segunda profissão.

> Segundo algumas pessoas, assim como ocorrido em Brasília, estaria conspirando para derrubar Sérgio Corrêa no comando da CA-CBF e  assumir o cargo. Também estaria atuando contra os dirigentes da Associação Nacional dos Árbitros de Futebol (ANAF).



Wagner do Nascimento Magalhães

Estado Nascimento FERJ CBF Promovido
Rio de Janeiro 22/06/1979 1998 2008 2017

Histórico: É de São João do Meriti/RJ, administrador de empresas, formou-se árbitro em 2001. Apitou seu primeiro clássico em 2012 que também veio a ser a decisão da Taça Rio daquele ano (Botafogo 3x1 Vasco). Foi eleito o melhor árbitro do Campeonato Carioca de 2013 e apitou a final de 2015 entre Botafogo e Vasco da Gama.

Apesar da final, seu nome foi o que mais repercutiu este ano e não foi de forma positiva. Entre as sete partidas do Estadual em que ele esteve presente, duas chamaram a atenção. Na primeira, entre Madureira e Flamengo, pela 6ª rodada, a arbitragem validou um gol inexistente para o Rubro-negro que influenciou no resultado (1 a 1). Mas o jogo em que mais polemizou foi o Fla-Flu da 14ª rodada, quando expulsou Fred após o atacante sofrer falta de Anderson Pico. O erro desencadeou o famoso desabafo em que o atacante tricolor chamou de Índio de “da casa” e ainda afirmou o Campeonato Carioca precisava acabar.

Apesar de ser o melhor da fraca arbitragem carioca - talvez não seja melhor "dentro de campo" do que Grazianni Maciel -, é árbitro comum, foi promovido por falta de opções e não deve ganhar nova promoção a não ser por política.

Em média apita 29,5 faltas e distribui 5.9 cartões amarelos por partida.


Wagner Reway

Estado Nascimento CBF Promovido
Mato Grosso 14/05/1981 2007 2016
Histórico: Nasceu em Cascavel no Paraná. Formou-se árbitro em 2004. É educador físico formado em 2003 pela UFMT - Universidade Federal de Mato Grosso e trabalha na Academia Medley. Em 1989 mudou-se com os pais e os irmãos para o município de Lucas do Rio Verde no Mato Grosso onde morou por dez anos e depois foi morar na capital Cuiabá.
Em 1999, tentou a carreira no futebol como meia atacante e chegou a fazer testes no Mogi Mirim em São Paulo. Estreou na serie B do Brasileiro em 2008 e 2009 na série A (Náutico 2x2 Santo André). Em 2011 esteve em Cancun no México a convite de Péricles Bassols participando de competição amadora. É casado com Márcia Pires com quem tem um filho (Júlio Pires Reway).

Em 2009 foi eleito o árbitro revelação do Campeonato Brasileiro.

Polêmicas

Em 2011, o Atlético Paranaense vencia o Fluminense por 1 a 0 na Arena da Baixada, quando o árbitro Wagner Reway marcou pênalti de Manoel em Lanzini, aos 46 minutos da etapa final. um pênalti inexistente que causou revolta da torcida, e confusão generalizada nas arquibancadas, em que a PM atuou.

Em 2012, o protagonista da partida entre Ponte Preta e Flamengo foi Wagner Reway. O árbitro do empate por 2 a 2 em Campinas desagradou aos alvinegros, em jogo de muitas faltas claras, o arbitro não conseguiu administrar a partida. Aos 48 minutos, num lance polêmico Vágner Love marcou o gol de empate, após escanteio. Porém, antes do escanteio muito contestado, houve a marcação de uma falta de Somália, que também não existiu.

Em 2013, o árbitro Wagner Reway, Escalado para comandar a abertura do estadual, entre Luverdense e Cuiabá, no ano de 2013. Reway foi muito mal, sendo fator determinante para o resultado do jogo, ao não assinalar uma penalidade legítima em favor do Luverdense.

Em 2013 apitou o jogo da equipe do Palmeiras contra o Sport na Ilha do Retiro, onde concedeu um escanteio inexistente aos 48 do segundo tempo, cuja seqüência acarretou em gol visivelmente irregular do atacante Nunes, ajeitando a bola com a mão. No fim da partida ainda expulsou um jogador do Palmeiras.

Vem sendo pouco escalado pela CA-CBF tendo atuado em apenas seis partidas da série A de 2014. Por falar fluentemente o idioma inglês, foi indicado pela CBF para participar do seminário de arbitragem da Uefa realizado em março deste ano (2015) na Suíça.

Em média apita 29.7 faltas e distribui 4.8 cartões amarelos por partida.


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Wilton Pereira Sampaio

Estado Data de Nascimento CBF FIFA
Goiás

21/12/1981

2003 2013
Histórico: Nasceu na cidade de Teresina-GO. É professor de educação física. Foi promovido a ASP-FIFA em 2010 e 2011 foi considerando um dos melhores da temporada e forte candidato ao quadro da FIFA, mas a política falou mais alto sendo preterido por Sandro Meira Ricci em 2011 e Francisco Carlos do Nascimento no ano seguinte.

Para justificar sua entrada na FIFA no seu pior momento, foi considerado o melhor do Brasil em 2012 pela Comissão de Arbitragem presidida pelo Coronel do apito (Aristeu Tavares). Mudou de Federação, trocou Brasília por Goiás e desaprendeu a apitar. Teve um ano abaixo da critica com erros atrás de erros tendo inclusive decidindo a Copa do Brasil de 2012 em favor do Palmeiras quando cometeu erros irreparáveis contra o Coritiba na primeira partida disputada na Arena Barueri/SP.

Quando era o melhor aspirante do quadro não foi promovido, mas bastou trabalhar melhor politicamente para vir a promoção à FIFA no inicio de 2013 com 53 partidas na Série A, mesmo não tendo recuperado a velha e boa forma. Tem 178 partidas pela CBF no currículo, mas precisa melhorar e muito se quiser alçar vôos maiores. A seu favor a discrição e o excelente  preparo físico. Só não chegou antes por conta do ex-presidente Armando Marques que o achava "baixinho" demais para a função.

Média: Sua média é a das mais altas, no ultimo brasileiro foi de 34,7 faltas, 5,3 cartões amarelos e 0,5 vermelho por partida.

Teve atuação brilhante no Sul-americano Sub-15 de 2013 disputado na Bolívia onde apitou três partidas sendo uma delas a final do torneio. Esta selecionado para Sul-Americano Sub-20 2015 que será disputado entre final de janeiro e inicio de fevereiro no Uruguai.


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